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ZOO



Desta vez, o Zoo estava mais sossegado e silencioso. As 14h friorentas são menos convidativas a passeios. A maioria dos animais dormia! Fui, pela primeira vez, em visita livre (com a Lena) e, talvez por isso, por não termos um guia, distraímo-nos no caminho a percorrer. 

De uma outra visita ao Zoo, em que fora em visita guiada, recordei-me de algumas das mensagens-chave que os treinadores transmitiram, tal como o alerta de que os animais que estão neste Zoo vêm de intercâmbios entre outros jardins ou já nasceram no próprio Zoo, pelo que não (re)conhecem o seu habitat natural. Tencionam, de qualquer forma, conservá-los com a finalidade de serem introduzidos no seu habitat natural ou, no caso das espécies ameaçadas e em extinção, colocá-los em reservas. 

Há efetivamente uma preocupação com um enriquecimento ambiental propositado, para se incentivar os comportamentos naturais e, por conseguinte, reestabelecerem-se os padrões de bem-estar dos animais. Não só se fomenta a procura desses por comida, por exemplo, como também se motiva um enriquecimento social, incentivando o convívio entre espécies que se dão bem entre si. 

O melhor reconhecimento ao ZOO vem sempre dos visitantes, os quais, a título de curiosidade, podem inclusivamente apadrinhar um animal à escolha! :)





[a vestir trenchcoat Mango, camisola e botins (made in Portugal) Jumbo Moda, carteira Michael Kors]

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