quinta-feira, 11 de junho de 2015

confio nas mentes de um corpo são, mas imperfeito
















Por entre tantos recentes diálogos à volta da felicidade - aquela que aceita que os momentos mais sofridos fazem parte das nossas rotinas e que não será por isso que seremos menos fortes e positivos com o presente-futuro - embrulho-me em premissas que efetivamente são corroboradas por aqueles que me são (e se tornaram) mais importantes para mim: confiar no equilíbrio que existe numa mente sã num corpo são - mas imperfeito, realce-se. Possível numa mente que se instrui continuamente. Ponto final parágrafo.
Uma mente que lê, expressa-se, sente, deseja, reconhece que erra mas não o teme, e que dá sem receber. E uma mente de consciência tranquila valorizará acima de tudo o seu bem-estar psíquico e o seu "eu" físico (para poder compartilhar com outrem esse bem-estar). Não se contemplem excessos; mas existem mínimos. E eu já só confio no mínimo dos equilíbrios. Aqueles que não desistem de si próprios, nem dos outros! Naturalmente, dependendo do nível de ceticismo de cada ego, poderemos alcançar a recetividade certa para nos incentivarmos uns aos outros.
As minhas sugestões para modalidades desportivas: insanity (com instrutor) e yoga. Posso referenciar (por email) os melhores orientadores de sempre! :)
(a ilustrar o mood deste post consta o novo e inspirador lookbook de gymwear da Oysho.)