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DEJA VU


(Ainda sobre o(s) livro(s).)

Quis limpar o pó e estipular um critério para uma nova ordem de arrumação da estante mas, com preguiça, não voltei a arrumar o(s) livro(s) no sítio onde sempre o(s) vi. Deixei-o(s) empilhado(s) no chão durante meses. Desde o Verão passado, lembro-me. Decidi encaixotá-lo(s) com a finalidade de lhe(s) dar um novo rumo; e fi-lo, decidida, entretanto. Só que o meu quarto ficou despido de sentido. Ficou vazio.

À ausência habituar-me-ia.
Ou desejar-te-ia de novo. 
E então voltas-me aos bocadinhos,
mesmo sabendo de cor as minhas páginas. 
Enfim, deja vu. 


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